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Sexualidade e deficiência física

A mente é o nosso maior órgão sexual. Uma vida sexual ativa depende de uma mente que conceba a sexualidade como uma experiência positiva.

Superado o impacto psicológico que vitimou a pessoa e instalou a limitação física, por meio da Terapia Sexual é possível que a pessoa com deficiência física a reaprenda e a resignifique a sua própria sexualidade.

Clique no link http://www.youtube.com/watch?v=9Pyrx_aSL-g para ouvir a primeira parte e no link http://www.youtube.com/watch?v=qNshoKJOMVk para ouvir a segunda parte da entrevista com o Psic. Paulo G. P. Tessarioli, concedida ao radialista José Luis Menegatti da Rádio Jovem Pan AM em 03 de Março de 2010.

Postado em 10 março '10 por Paulo G. P. Tessarioli, categoria Serviços. No Comments.

A menopausa é apenas a última menstruação da mulher!

Assim como existe um nome para a primeira menstruação da mulher, conhecida tecnicamente como menarca, a última, tão temida, se chama menopausa. O período que a antecede é conhecido como climatério, que, na maioria dos casos, acontece por volta dos 45 anos e termina aos 65, culminando na menopausa. Neste período, as mulheres costumam ter grandes alterações hormonais: tanto ondas insuportáveis de calor com transpiração excessiva, como o aparecimento de problemas sexuais podem viram realidade.

Assista na íntegra a entrevista sobre Menopausa que foi ao ar no programa “Viver é Melhor”, da TV Boa Vontade, apresentado pela Camila Barbieri:

Parte 01: www.youtube.com/watch?v=-NcndXlCa6s
Parte 02: www.youtube.com/watch?v=nb_KzJnrzeY
Parte 03: www.youtube.com/watch?v=4se7JXL4DA4
Parte 04: www.youtube.com/watch?v=KD0xblqIXw8

Postado em 8 novembro '09 por Paulo G. P. Tessarioli, categoria Serviços. No Comments.

Como anda a educação sexual nas escolas?

Nestas semanas, os principais noticiários e programas de TV divulgaram, em rede nacional, um acontecimento que chocou milhares de pessoas em todo o país, a humilhação de uma aluna, ocorrida dentro da instituição de ensino superior em que estuda, que por causa da sua forma de se vestir foi perseguida e ofendida e teve que ser escoltada pela polícia militar, para fora da universidade, em nome do restabelecimento da ordem.

 

Diante de tal fato, é necessário afirmar que dentre as muitas responsabilidades sociais das instituições de ensino, não importa em que níveis atuem – fundamental, médio ou superior – uma é fundamental: contribuir com construção de um conhecimento que promova a reflexão sobre o preconceito e o desaparecimento de discriminações e estigmatizações contra qualquer pessoa, independentemente do sexo e da forma como se veste.  

 

Acesse o link http://www.alltv.com.br/ondemand.php?idond=4140  e assista: Como anda a Educação nas Escolas, no programa “Affair com você”.

Postado em 2 novembro '09 por Graca Margarete S. Tessarioli, categoria Serviços. No Comments.

“Eu gosto de barraco!”

“Estas pessoas que montam barraco aprenderam, na sua história de vida, que isso tem algum ganho, ou que de alguma forma, através deste comportamento, elas conseguem algum tipo de ganho.

Provavelmente, estas pessoas devem ter vivenciado experiências na sua infância, talvez até na sua primeira infância, de momentos de muita tensão dentro dos seus próprios lares e aprenderam que através do grito, da briga, do uso da força, mesmo que seja só verbal, elas conseguiam o que queriam.”

Confira na íntegra esta entrevista concedida ao programa Geraldo Brasil da Rede Record, no dia 07 de outubro.

Acesse: http://www.youtube.com/watch?v=CEcAp34IQl8

Postado em 12 outubro '09 por Paulo G. P. Tessarioli, categoria Serviços. No Comments.

A Sexualidade Humana na Clínica Contemporânea

No dia 17 de outubro, próximo sábado, das 09:00 às 18:00, na cidade de São Paulo, acontece a Jornada QUALITY-CEPCoS: A Sexualidade Humana na Clínica Contemporânea.

Voltada para estudantes ou profissionais das mais diferentes áreas: psicologia, medicina, pedagogia, enfermagem, etc., esta Jornada apresenta temas fundamentais para a compreensão e reflexão acerca da sexualidade, possibilitando assim, intervenções humanizadas, respeitosas e eficientes.

Saiba mais: http://www.qualitysaudemental.com.br/curso/wsexualidade.html

Postado em 11 outubro '09 por Paulo G. P. Tessarioli, categoria Serviços. No Comments.

Codependência: a dependência de afeto

A codependência passou a ser estudada com mais atenção por volta da década de 1970. A partir do tratamento da dependência química foi constatado que não era só o dependente químico que precisava de ajuda, mas aqueles com os quais convivia também. O autocontrole e a fase de abstinência de drogas ou álcool eram desenvolvidos nas clínicas e hospitais especializados em dependência química. Porém, quando o dependente voltava ao convívio do seu núcleo familiar e social ele tinha sua primeira recaída. Descobriu-se, então, que a vida das pessoas que convivem com dependentes químicos é afetada de tal modo que elas passam a desenvolver comportamentos, atitudes e o amor com base no apego, deixando de viver suas próprias vidas e dependendo afetivamente destas pessoas, os dependentes químicos, daí o nome codependente.

Codependência é o mesmo que dependência de afeto. É importante perceber que este conhecimento esclarece algo tão difícil de se entender na prática: “Se a relação é ruim, não tem pé nem cabeça, por que é tão difícil de terminar?”, ou “Eu sei que não adianta falar e nem criticar, mas eu não consigo ficar quieta!”. Por analogia, o mesmo acontece com o dependente químico: o consumo de droga faz mal e, na maioria dos casos, o dependente não quer usar mais, mas acaba usando, mesmo com todos a sua volta falando e criticando.

“Mesmo que não exista dependência química no histórico familiar, qualquer pessoa pode desenvolver a dependência afetiva, pois a nossa cultura incute facilmente, na mente das pessoas, formas e maneiras de nos escravizarmos em nome do amor”.

Vale ressaltar: o amor também pode adoecer, trazer sérios problemas e em alguns casos levar até a morte. Entre os especialistas que tratam desta temática é comum ouvir a seguinte história: “Este tipo de relacionamento termina em três C’s – Clínica, Cadeia e Cemitério!”.

Conheça o Paulo G. P. Tessarioli

Postado em 10 agosto '09 por Paulo G. P. Tessarioli, categoria Serviços. No Comments.

O jogo na construção da aprendizagem.

A criança, ao jogar, constrói seu conhecimento, uma das qualidades mais importantes do jogo é a confiança que a criança tem de chegar a suas próprias conclusões de forma autônoma. Isto leva a um comunicar-se por meio do jogo, agora visto como um agente transformador cujo aspecto fundamental é proporcionar o desenvolvimento integral da criança.

Assim, o jogo ganha espaço como instrumento da prática pedagógica que contribui para a aprendizagem. É construtivo, pois pressupõe uma ação do aluno sobre a realidade. Esta ação, carregada de simbolismo, atribui sentido a si mesma, reforça a motivação e possibilita a criação de novas ações, na medida em que estimula e proporciona o interesse do aluno.

As situações de jogos contribuem para a formação de atitudes, levando os alunos a enfrentar desafios, lançar-se em busca de soluções, desenvolvendo a crítica, a intuição, a criação de estratégias e a possibilidade de alterá-las quando o resultado não é satisfatório. A utilização dos jogos como instrumento da prática pedagógica é importante em qualquer área do conhecimento.

Conheça - Graça Margarete S. Tessarioli

Postado em 22 julho '09 por Graca Margarete S. Tessarioli, categoria Serviços. No Comments.

Codependência: o amor como droga!

O amor… Ah! O amor! Muito se fala sobre o amor. Porém, pouco se sabe sobre o seu lado sombrio, ou doentio. Você sabia que existem pessoas dependentes de amor? A droga, de muitas pessoas, anda, fala e tem vida própria. Pois é… Tem pessoas que dependem de pessoas. Quando o amor passa a ser visto como uma fonte de sofrimento ele prejudica a auto-estima e, em muitos casos, gera doenças e até mesmo pode levar a óbito. Trágico? Sim, pode até ser, mas quem é codependente sabe o quanto isto é verdade.

Codependente ou dependente de afeto é o indivíduo que estabelece relações problemáticas, onde a base não é o companheirismo, nem o amor e a intimidade, o desrespeito é mútuo e as diferenças entre os parceiros passam a ser vistas como deficiências. Visto desta forma muitos irão acreditar que estão livres deste mal, mas cuidado! Não é bem assim.

A base da codependência é o apego, sem ele não há segurança, proteção e amor. “Quem ama cuida!” Não é o que dizem? Muitas vezes, com a justificativa de “cuidar” o outro sufoca e controla. ”Ciúmes é sinal de amor!” Mesmo quando a vida a dois é um inferno, em muitos casos a separação não ocorre por medo da solidão, ou por não suportar manifestações de desafeto do outro que não aceita a separação.

Enfim… codependência é algo muito sério! Mesmo não sendo codependentes carregamos características deste lado sombrio do amor. Somos carentes de bons exemplos de amor saudável. O amor, tal como nos foi ensinado, precisa ser revisto e provavelmente, na maioria dos casos, reinventado!

Conheça o Paulo G. P. Tessarioli

Postado em 19 julho '09 por Paulo G. P. Tessarioli, categoria Serviços. No Comments.

O que é EMDR?

EMDR sigla em inglês – Eye Movement Desensitization and Reprocessing – traduzida da seguinte forma: dessensibilização e reprocessamento por meio de movimentos oculares. Método desenvolvido para tratar traumas e experiências difíceis, como por exemplo, síndrome do pânico, fobias, separações conjugais, luto por morte, etc.

As lembranças traumáticas ficam congeladas em nossa mente e quando as acessamos surgem imagens, pensamentos, emoções e sensações corporais associadas aos traumas, aprisionando-nos mentalmente ao passado, prejudicando o presente e, em muitos casos, inviabilizando o futuro. O EMDR possibilita acessar estas lembranças, dessensibilizando-as e reprocessando o seu conteúdo.

Metaforicamente, imagine sua mente como um grande baú em que guardamos muitos objetos. Um dia resolvemos revirá-lo para ver o que foi guardado. Provavelmente, alguns objetos foram guardados às pressas, sem que tivéssemos tempo para limpá-los e acomodá-los adequadamente. Este fato faz com que outros objetos não consigam acomodação no baú, sobrecarregando-o. Com o EMDR temos a oportunidade de organizar o baú, limpando e acomodando adequadamente todos os objetos que lá colocamos.

Conheça o Paulo G. P. Tessarioli

Postado em 13 julho '09 por Paulo G. P. Tessarioli, categoria Serviços. No Comments.

Quando procurar um Psicopedagogo?

Nos seguintes casos:

  • Ao perceber que o indivíduo apresenta qualquer reação adversa em situações de aprendizagem.
  • Quando há recuo por parte do indivíduo em situação escolar se defrontar com.
  • Ao perceber que o indivíduo não compreende o que aprende na escola.
  • Quando há dificuldade no processo educacional.
  • Quando há dificuldade na leitura e escrita.
  • Quando há dificuldade de raciocínio lógico
  • Quando há dificuldade de atenção e concentração.
  • Desmotivação e Quando há falta de interesse aparente.

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Postado em 13 julho '09 por admin, categoria Serviços. No Comments.